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II Simpósio Brasileiro de Investigação Científica de Patrimônio Cultural reúne especialistas para debater investigação e conservação

A articulação entre pesquisa científica e conservação de bens culturais ganha novo impulso com a realização do II Simpósio Brasileiro de Investigação Científica de Patrimônio Cultural, iniciativa que consolida o protagonismo do Instituto Federal do Rio de Janeiro na aplicação de recursos analíticos voltados à salvaguarda do patrimônio. O encontro será realizado nos dias 25, 26 e 27 de março de 2026, na Fundação Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

A organização é resultado de uma parceria entre o Laboratório Móvel do IFRJ, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, por meio do seu Laboratório de Instrumentação Nuclear, e a própria Biblioteca Nacional. A iniciativa evidencia a atuação estratégica do IFRJ na integração entre pesquisa aplicada, formação técnica e proteção de acervos históricos e artísticos.

A proposta da segunda edição é ampliar a interlocução entre diferentes áreas do conhecimento com aplicação direta no campo patrimonial. Entre os temas previstos estão metodologias físico-químicas e instrumentais, estratégias de diagnóstico e monitoramento de bens culturais, gestão e documentação de acervos, além de análises voltadas à autenticação de obras e identificação de materiais.

Programação destaca contribuições do IFRJ e parceiros

A programação reúne apresentações e mesas-redondas conduzidas por especialistas de diversos campos da investigação aplicada ao patrimônio. Dentre os nomes confirmados para palestras e sessões estão:

Renato Pereira de Freitas – pesquisador do Laboratório Móvel do IFRJ, com atuação em técnicas analíticas aplicadas a bens culturais.

Valter de Souza Felix – integrante do IFRJ e do Laboratório Móvel, com experiência prática em estudos técnico-científicos de acervos.

André Rocha Pimenta – membro do corpo técnico da organização, com atuação em diagnósticos e caracterização de materiais.

Nilton Thaumaturgo Rocha Júnior, Marcia de Almeida Rizzutto e Davi Ferreira de Oliveira – entre outros pesquisadores convidados que compartilham experiências em estudos físico-químicos e conservação de materiais culturais.

A mesa de abertura conta com nomes como Roger Ancilotti, Fernanda Santana Rabello de Castro e o reitor do IFRJ, Rafael Barreto Almada, reforçando a pluralidade de perspectivas no evento.

Outros especialistas participam das atividades ao longo dos três dias, evidenciando como ferramentas instrumentais e abordagens laboratoriais contribuem para avanços na preservação e na análise de acervos, artefatos e documentos de relevância histórica e artística.

Continuidade de um projeto iniciado em 2023

A edição de 2026 dá sequência à primeira realização do simpósio, ocorrida em 2023, que consolidou o evento como espaço nacional de troca acadêmica na interface entre ciência e patrimônio. Na ocasião, pesquisadores de diversos estados participaram das discussões, fortalecendo redes de cooperação e estabelecendo bases para a expansão da iniciativa.

Ao promover a segunda edição, o IFRJ reafirma seu compromisso com a produção de conhecimento aplicado e com a formação de profissionais capazes de atuar na convergência entre tecnologia, cultura e preservação.

Ciência aplicada no coração do acervo nacional

A escolha da Biblioteca Nacional como sede confere simbolismo adicional ao encontro. Guardiã de um dos mais importantes acervos bibliográficos e documentais do país, a instituição torna-se, durante o simpósio, parte ativa do debate sobre investigação técnica e conservação de bens culturais.

As inscrições estão encerradas, demonstrando a elevada procura pelo evento, que reúne pesquisadores, docentes, técnicos e estudantes interessados em aprofundar estudos e práticas voltadas à proteção do patrimônio cultural brasileiro.

Para mais informações, acesse: https://patrimonioculturalifrj.com.br/ .

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