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Diálogo aberto nos campi

O reitor do IFRJ, professor Rafael Almada, deu início a uma série de visitas que fará a todos os campi da Instituição no primeiro semestre deste ano. O projeto Diálogos com o Reitor tem o objetivo de promover um contato direto com professores, técnicos administrativos e alunos do Instituto, a fim de que possam ser discutidas demandas que interessam a toda a comunidade do IFRJ. O primeiro campus a ser visitado foi o Rio de Janeiro, onde o reitor foi recebido pelo diretor-geral Jefferson Amorim no dia 6 de fevereiro.

O auditório do campus foi pequeno para abrigar a grande quantidade de alunos, e Rafael Almada, que também já foi docente no campus, se disse feliz em começar o projeto Diálogos exatamente no Rio de Janeiro. “É um grande prazer estar com vocês aqui, um lugar tão representativo para mim. Lembro que certa vez alguém me disse que o IFRJ era o melhor dos mundos. E só tempos depois eu entendi o quanto isso era verdadeiro, ao perceber as enormes possibilidades que são oferecidas a milhares de jovens, que merecem oportunidades e aqui encontram maneiras de fazer uma carreira e de se tornarem pessoas felizes e realizadas”.

O foco deste projeto é, de acordo com Rafael, fazer reuniões específicas com cada segmento: discentes, técnicos, professores e também com os diretores. “Com os diretores, pretendemos agilizar despachos daqueles processos relacionados aos campi: demanda de contratação de professor, perspectiva de editais relacionados aos professores, demandas diversas de servidores. Teremos assim a possibilidade de estudar a organização dos setores e fechar o nosso plano de infraestrutura das unidades”, explicou.

O reitor disse que sua visita aos campi tem a ver com a consolidação de um trabalho que teve início em 2018, no início de sua gestão. Segundo Rafael, o primeiro momento foi de ‘organizar a casa’, fazer um diagnóstico prévio do que precisaria melhorar e ver como isso seria possível. “Foram meses complicados, porque tivemos a noção exata de que havia, e há, muita coisa a ser feita, e que melhorar o IFRJ não dependeria apenas de uma ação do reitor, ou da reitoria, mas sim do comprometimento, do trabalho e da dedicação de cada servidor”.

Rafael disse que a questão da infraestrutura da Reitoria e dos campi é uma prioridade, pois, de acordo com ele, além das macro-questões a serem resolvidas, também havia uma paralisação de ações menores, mas não menos essenciais, como serviços de manutenção. “Posso dar como exemplo a questão do ar condicionado no antigo prédio da Reitoria, na praça da Bandeira. Há anos não há uma manutenção, o que acabou por comprometer seriamente o funcionamento dos aparelhos. E o mesmo se repete com os campi, que apresentam problemas de infiltração, queda de reboco etc”.

O reitor falou que seu objetivo é, dentro das possibilidades, melhorar significativamente a infraestrutura das unidades, com reformas em quadras de esporte, criar, ou melhorar, espaços de convivência, e o priorizar o atendimento de uma antiga reivindicação dos discentes, que é a construção de bandejões. “Sabemos o quanto isso é importante, mas depende não apenas de orçamento, pois envolve uma questão estrutural. Há campi que possuem locais para esse tipo de construção, e outros em que não é possível fazer. Nestes casos, temos que pensar em alternativas”.

A boa notícia é que a atual gestão conseguiu aumentar o orçamento em R$ 5 Mi, que serão investidos na área de infraestrutura. “Além disso, conseguimos uma importante vitória através de uma emenda parlamentar aprovada por diversos partidos no valor de R$ 32 Mi. Parte dessa verba será compartilhada com outras instituições, mas, mesmo assim, é uma importante conquista”, disse o reitor.

A atual gestão investiu também na comunicação e promoveu em 2018 o concurso para o Integrado de maneira inédita, com anúncios em outdoors, revistas etc. “O resultado foi um número recorde de inscritos. E, mais importante, demos mais visibilidade ao Instituto”.

À tarde, a reunião envolveu servidores, que tiveram a oportunidade de conversar com o reitor sobre algumas demandas. Rafael explicou que os campi receberão a visita de todas as pró-reitorias, a fim de que possam ser equacionadas as demandas específicas. Em seguida, a reunião foi com os diretores do campus Rio de Janeiro. E o encontro com os discentes que estudam à tarde fechou o evento.

Encontro com prefeitos

Outra agenda que já começa a ser implementada no IFRJ é o encontro com prefeitos. Rafael Almada disse que o diálogo com o poder legislativo é importante por diversos motivos, e citou como exemplo a questão de emendas parlamentares. “A emenda do IFRJ foi aprovada por vários partidos, e isso mostra que dialogar é fundamental”.

O reitor explicou que o IFRJ mantém uma boa relação com várias prefeituras, e que essa dinâmica só traz benefícios e agiliza processos, como a resolução de problemas envolvendo iluminação em torno dos campi, a questão do mato que cresce ao redor das unidades etc. “Eu costumo dizer que a gente só valoriza aquilo que a gente conhece. Então, nada melhor do que os prefeitos terem a exata noção do quanto ter uma unidade do IFRJ é importante nessas regiões”.

Essa aproximação com as prefeituras é feita de duas formas: o prefeito é convidado a ir a um dos campi, e é recebido pelo próprio reitor e diretores dos campi, ou através de reuniões agendadas com as prefeituras. “Já temos visitas fechadas em Resende, Pinheiral, Duque de Caxias, Paulo de Frontin, e estamos fechando uma agenda que inclui o prefeito Crivella”.

 

 

 

 

 

    

 

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