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Álcalis

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Artigos e publicações diversas

 

Título: A Industria de Álcalis no Brasil: Projeto de Cabo-Frio.

Autor: Mário da Silva Pinto.

Ano: 1947.

Sobre: A publicação expõe os estudos técnicos e econômicos que levaram à criação da Companhia Nacional de Álcalis e sua implantação em Cabo Frio.

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Título: A propósito da Reserva Extrativista De Pesca Artesanal Marinha de Arraial do Cabo/RJ: Quando as minhocas vivem de peixes, ‘ser cabista é ser pescador’.

Autora: Simone Moutinho Prado.

Ano: 2000. 

Sobre: A publicação expõe o Fórum de Pesquisa 3: “Conflitos Socioambientais e Unidades de Conservação” da XXII Reunião Brasileira de Antropologia.

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Título: A indústria química de álcalis e o “Projeto Cabo Frio”.

Autor: Walter Luiz C. de Mattos Pereira.

Ano: 2014. 

Resumo: Os produtos químicos alcalinos sódicos, notadamente, a barrilha e a soda cáustica, eram imprescindíveis à indústria de transformação. No Brasil, prevaleceu a dificuldade de instalação e de sobrevivência das empresas ligadas ao setor, em especial, na Primeira República, ainda que tivessem algum tipo de apoio ou incentivo do Estado. Os sucessivos fracassos levaram o governo Vargas a intervir no setor, durante o Estado Novo, propondo a criação de uma empresa estatal no país, através da montagem do “Projeto Cabo Frio”, para a construção da Companhia Nacional de Álcalis, em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, indústria de base idealizada dentro da política de substituição de importações. Entretanto, os eventos que marcaram esta história mostram claramente as dificuldades de articulação entre o Estado, o capital industrial local e o internacional.

Palavras-chave: História Econômica; Indústria Química; Empresa Estatal.

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Título: Cadangos solidários em Cabo Frio: trabalhadores, política e imprensa na greve de 1960.

Autor: Walter Luiz C. de Mattos Pereira.

Ano: 2010.

Resumo: O artigo pretende analisar a greve de 1960, dos trabalhadores químicos da empresa estatal, Companhia Nacional de Álcalis – CNA, em conjunto com os trabalhadores das salinas de Cabo Frio, no litoral norte do Rio de Janeiro, especialmente pelo significado da solidariedade impressa ao movimento. Contando com referências ao populismo, ao trabalhismo e ao sindicalismo, defendemos a partir da redução de escala, referenciada por um estudo de caso, ser possível recuperar estratégias e experiências dos trabalhadores, percebidas na participação ativa como sujeitos da história, contrapondo-se a idéia de sujeição ou tutela ao Estado.

Palavras-chave: Trabalhadores. Populismo. Sindicatos e greves.

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Título: Discurso - Janio Mendes.

Autor: Janio Mendes.

Ano: 2013.

Sobre: O documento discorre sobre o “grande momento que a nossa Região dos Lagos vive a partir da assinatura dos Decretos 44.147 e 44.148, pelo Governador Sérgio Cabral, que desapropriou a área entre os municípios de Arraial do Cabo e Cabo Frio para a criação do condomínio logístico no distrito industrial da Região dos Lagos”.

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Título: Estudo Socioeconômico 2004: Arraial do Cabo.

Autor: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.

Ano: 2004.

Sobre: A publicação expõe um estudo socioeconômico da cidade de Arraial do Cabo em 2004..

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Título: Etnobotânica apoiando ações em educação na formação de professores do ensino básico: um estudo de caso com licenciandos em Cabo Frio, Rio de Janeiro (Brasil).

Autoras: Nicky van Luijk; Mônica Machado Neves Ramos; Viviane Stern da Fonseca-Kruel.

Ano: 2023.

Resumo: As mudanças ambientais têm gerado impactos na biodiversidade e no conhecimento ecológico tradicional (CET) associado em diversas regiões do mundo. No Brasil, a região costeira vem sofrendo com a intensa pressão antrópica, a supressão de vegetações nativas, como por exemplo a restinga, e consequentes possíveis perdas do CET de comunidades de pesca artesanal, entre outras. Além disso, o processo de globalização e padronização dos sistemas educacionais estão transformando e empobrecendo o CET intergeracional. Nesse contexto, a educação pode subsidiar processos de registro e salvaguarda de conhecimentos bioculturais através da problematização e contextualização no ensino, ultrapassando as barreiras da sala de aula e tocando as questões socioambientais regionais, assim como o CET pode transformar a educação, tornando-a mais significativa para o educando. Essa contextualização pode ser realizada através do diálogo entre os conhecimentos tradicionais e científicos (este último correspondendo ao corpus de conhecimento obtido pela ciência ocidental através do método científico), sendo a Etnobotânica uma possível mediadora de saberes no campoda educação. Neste sentido, aqui descrevemos uma experiência de aproximação realizada com um grupo de licenciandos em Ciências da Natureza do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense – Campus Cabo Frio, futuros professores da rede básica de ensino na região de Cabo Frio, litoral sudeste do Brasil. Para tal, foi elaborado um jogo da memória, com informações etnobotânicas de espécies vegetais nativas da Restinga de Massambaba (RJ). A partir deste jogo foram realizadas trocas de informações e uma visita técnica de campo à Restinga de Massambaba, com estudantes dos cursos de Licenciatura em Biologia, em Química e em Física durante o Estágio Curricular Supervisionado III e Currículo e Avaliação da Aprendizagem, ambas componentes obrigatórias da grade disciplinar dos cursos de licenciatura. Estas atividades foram bem-sucedidas, pois os licenciandos se mostraram interessados em reaplicar futuramente o jogo na educação básica, além de em ampliar o conhecimento sobre a diversidade cultural e biológica da região em que atuarão.

Palavras-chave: Educação; Conhecimento botânico local; Etnobotânica; Restinga; Conservação biocultural.

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Título: História e Região: Inovação e industrialização na economia salineira fluminense.

Autor: Walter Luiz C. de Mattos Pereira.

Ano: 2010.

Sobre: A publicação aborda o período de desenvolvimento econômico das salinas fluminenses.

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Título: O caso da Barrilha.

Autor: Aluysio Guimarães.

Ano: 1966.

Sobre: O presente trabalho tem a finalidade de apresentar uma série de fatos relacionados com as fases de implantação e consolidação da Companhia Nacional de Álcalis, Estribando-se inteiramente em acontecimentos do domínio público, relatados em artigos de jornais, entrevistas e livros, o Autor procurou conduzir a narrativa da forma mais imparcial possÍvel.

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Título: Plano de Manejo da Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo.

Autor: ICMBio.

Ano: 2020.

Sobre: O PM é um dos principais instrumentos de gestão da UC, pois constitui o seu documento oficial de planejamento, definindo quais usos serão desenvolvidos na UC, bem como onde e de que forma os usos poderão ocorrer.

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Título: Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica: Arraial do Cabo.

Coordenadoras: Renata de Souza Lopes; Janete Abrahão.

Ano: 2017.

Sobre: O PMMA é um instrumento legal que visa ordenar e planejar o uso da Mata Atlântica no município, garantindo sua conservação e recuperação.

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Título: Rejeitos e rejeitados da Companhia Nacional de Álcalis, Arraial do Cabo - RJ: Apontamentos para um estudo interdisciplinar.

Autores: João Gilberto da Silva Carvalho; Ana Paula da Silva; Murilo Minello; Renato Saldanha Bastos; Raphael Rodrigues Brizzi.

Ano: 2021.

Resumo: O texto resulta de um esforço interdisciplinar destinado a criar uma linha pesquisa em torno da implantação, funcionamento e falência da Cia. Nacional de Álcalis. A partir da chave rejeito/rejeitados pretende-se compreender fenômenos que se articularam a ponto de terem provocado transformações em todos os setores da vida de uma pequena localidade – Arraial do Cabo. Um passivo jurídico, político, econômico, social, identitário, hídrico, botânico, em suma, ambiental, resultante de uma política de Estado e que se oferece como lócus privilegiado a pesquisadores de diferentes áreas. A proposta aqui esboçada, tendo por base um grupo de docentes que atuam na localidade, apresenta as possibilidades de momento e um corpus em construção. Do estreitamento entre áreas que costumam dialogar pouco – como a geografia, a química, a ecologia, a psicologia social, entre outras – pode-se antever ganhos em forma de propostas de novas pesquisas e ações de extensão, cujos maiores beneficiários são os alunos do IFRJ e da própria comunidade cabista em geral.

Palavras-chave: estudos interdisciplinares; Álcalis; pesquisa e extensão no IFRJ.

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Título: Vagas da modernidade: a Companhia Nacional de Álcalis em Arraial do Cabo (1943-964).

Autor: Walter Luiz C. de Mattos Pereira.

Ano: 2010.

Resumo: Pretendemos explorar aqui a história de uma empresa estatal – a Companhia Nacional de Álcalis (CNA), vista sob o prisma da modernidade, num período considerado ímpar na história da industrialização brasileira. Não se trata, porém, de uma história fragmentada, pois o que nos prende à questão abarca as dimensões política, econômica e social, ou seja, tende a uma análise integrada.

Palavras-chave: Álcalis; modernidade; industrialização.

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Livros

Título: Biodiversidade Marinha de Costões Rochosos de Arraial do Cabo: Histórico, Ecologia e Conservação.

Autor: IEAPM.

Ano: 2020.

Resumo: O livro conta sobre a biodiversidade marinha de costões rochosos em Arraial do Cabo, apresentando o histórico, ecologia e conservação.

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Título: Caleidoscópio: olhares da extensão.

Organizadores: Rafael Barreto Almada; Alessandra Ciambarella Paulon; Patricia Silva Ferreira.

Ano: 2014.

Resumo: O livro reúne várias ações/trabalhos feitos com o IFRJ.

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Trabalhos Acadêmicos

 

Título: Álcalis construção de uma cidade*.

Autor: Josimar Veiga de Oliveira.

Ano: 2009.

Sobre:  “O presente trabalho tem por meta discutir a importância e a influência da Companhia Nacional de Álcalis, para o Município de Arraial do Cabo, observando-se os aspectos sociais, políticos, econômicos, e no contexto histórico busca responder as questões que possibilitam um entendimento maior desse Município no contexto brasileiro”.

 

* Arquivo recuperado e sem formatação.

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Título: Álcalis: Parque urbano como articulador das dinâmicas territoriais.

Autora: Rafaela Rezende Lessa.

Ano: 2020.

Resumo: O projeto tem como objeto a proposição de um parque urbano público em uma área de vazio urbano, relativa ao núcleo industrial da antiga Companhia Nacional de Álcalis, na cidade de Arraial do Cabo, Rio de Janeiro. A área tem uma localização estratégica em relação ao centro urbano do município e tem possibilidade de conexão com importantes unidades de conservação, como o Parque Estadual da Costa do Sol. Nessa perspectiva, o trabalho tem como objetivo ativar os potenciais da área e seu entorno atuando como articulador biofísico, urbano e sociocultural do território, com a proposição de diretrizes de ocupação para o conjunto industrial edificado e um projeto de parque público para o espaço livre.

Palavras-chave: parque urbano; Álcalis; unidades de conservação.

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Título: Conflitos Socioambientais em Arraial do Cabo/RJ: jogo educativo como metodologia de Educação Ambiental.

Autora: Isis Gabrielly Cardoso da Silva.

Ano: 2018.

Resumo: O presente trabalho de pesquisa objetivou analisar os diversos conflitos socioambientais identificados, no município de Arraial do Cabo, por diferentes atores representantes de órgãos públicos, privados e sociedade civil a fim de elaborar um jogo didático sobre o tema, que possa ser usado no desenvolvimento da educação ambiental em diferentes séries do ensino fundamental e médio. A metodologia desenvolvida seguiu as etapas: a) estudos prévios na literatura para a elaboração de um levantamento dos conflitos socioambientais existentes em Arraial do Cabo; b) classificação dos conflitos socioambientais em dimensões pré-determinadas; c) estruturação e aplicação de entrevistas com representantes de órgãos públicos, privados e sociedade civil; d) análise dos dados que serviram de base na confecção do jogo didático de educação ambiental; e) aplicação do jogo em turmas do ensino público fundamental; f) aplicação de questionários pré e pós jogo didático, visando avaliação do jogo e da aprendizagem sobre o tema. Como resultados, obteve-se que cinco representantes foram entrevistados, vinte tipos de conflitos socioambientais foram identificados, dentre os quais nove foram utilizados na confecção do jogo didático de EA. Quarenta alunos do ensino público fundamental participaram da atividade de forma lúdica e crítica, relatando que por meio do jogo proposto ficou mais fácil compreender e discutir os problemas ambientais envolvidos nos conflitos socioambientais do município onde moram e estudam. Antes do jogo, identificou-se que 92,5% dos alunos desconheciam tais conflitos socioambientais. Após a atividade com o jogo, foi possível verificar que os alunos compreenderam que a relação sociedade natureza não se estabelece de forma harmônica e sim em forma de conflitos de uso.

Palavras-chave: Conflitos socioambientais; jogo didático; educação ambiental.

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Título: “Educação em foco”: A Escola 20 de Julho nas páginas do Álcalis Jornal (1969 A 1974) – Memórias da educação em Arraial do Cabo (RJ).

Autora: Mácia Simões Mattos.

Ano: 2012.

Resumo: Após o golpe militar de 1964, a educação no Brasil passou a ser, em boa medida, orientada pelos acordos MEC-Usaid (1975-1976), assinados entre o Ministério da Educação e Cultura (MEC) e a United States Agency for International Development (Usaid), que propunham políticas e técnicas de reorientação do sistema educacional brasileiro em função das prerrogativas do capital internacional, que assim disporia de um porto seguro para os investidores. Grosso modo, com a Reforma Universitária de 1968, o governo militar buscava coibir o desenvolvimento da discussão crítica e democrática; e com a Lei de Diretrizes e Bases de 1971 privilegiava o ensino profissionalizante no 1o e 2o grau (hoje Ensino Fundamental e Médio). É ainda em 1964 que surge a Escola 20 de Julho, mantida pela Companhia Nacional de Álcalis (CNA). Como registro documental daquele período, o AJ, veículo informativo e formativo interno dirigido a cerca de 4.000 leitores pertencentes à “comunidade alcalina”, cujo editor-chefe era também o general que presidia a CNA, na coluna “Educação em Foco” discutia temas que influenciaram a formação educacional dos operários da CNA e seus filhos que lá estudaram. Nesse contexto, o objetivo desta pesquisa é identificar se havia um pensamento educacional que norteava as ações de ensino da CNA, a partir de matérias veiculadas pelo Álcalis Jornal na seção “Educação em Foco”, com recorte no período entre os anos de 1969 a 1974, a cujos exemplares se obteve acesso. Complementada por entrevistas e depoimentos de três ex-professoras e duas ex-dirigentes que lá trabalharam no período selecionado, esta pesquisa retoma o contexto sociopolítico do período ditatorial e, especialmente, dos embates dos educadores e teóricos e da legislação vigente para a educação no país, buscando compreender, nos vestígios pinçados nas páginas do periódico da CNA, a orientação educacional da Escola 20 de Julho, na época. Entre os achados, identifica-se uma instituição com salários pagos em dia, na qual não faltavam recursos materiais para os professores, em que se incentivavam iniciativas de educação inclusiva, com pré-escola, comemorações cívicas e torneios desportivos que se estendiam a outras escolas, entre demais ações que a tornavam um diferencial na região de Arraial do Cabo, no Estado do Rio de Janeiro. Isso tudo ocorria sem, evidentemente, a escola deixar de se submeter ao programa profissionalizante nacional de então e de formação nacionalista de sujeitos para defender o país e obedecer às leis, a fim de tornar o cidadão menos questionador e mais submisso como convinha aos militares no poder.

Palavras-chave: Escola 20 de Julho; Álcalis Jornal; Seção “Educação em Foco”; Companhia Nacional de Álcalis; Arraial do Cabo (RJ); História da Educação.

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Título: Mar de conflitos: As Diferentes Formas De Organização Política Dos Pescadores “Artesanais”.

Autora: Priscila Barreto Sampaio.

Ano: 2006.

Resumo: Para uma análise das organizações políticas é necessário reconhecer, além de suas dimensões institucionais, as condições sociais em que foram originadas, as diferentes motivações dos agentes envolvidos e os processos de construção de legitimidade e visibilidade destas na sociedade. Nesta dissertação serão apresentadas as diferentes formas de organização dos pescadores “artesanais” de uma região do Estado do Rio de Janeiro, sobretudo de Arraial do Cabo, contextualizando-as historicamente e no processo dinâmico das relações sociais, onde categorias como “artesanal” podem ser acionadas para a diferenciação ou identificação de grupos de acordo com contextos específicos de disputas. As formas e conteúdos das ações das organizações pesqueiras “artesanais” não podem ser desassociadas de suas variadas interações entre si, e destas com os demais agentes sociais constitutivos de seu campo de atuação, como os órgãos estatais reguladores do setor pesqueiro – IBAMA e SEAP -, poderes públicos municipais e as empresas de pesca, de petróleo e turismo.

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Título: O Panóptico de Yone: Astúcias e táticas contra o poder disciplinar nos espaços de controle da escola.

Autor: Alex Sandro Barcelos Côrtes.

Ano: 2004.

Resumo: Esta dissertação trata, a partir de pressupostos teóricos foucautianos, das relações de poder e das tecnologias políticas em funcionamento dentro da Escola Municipal Professora Yone Nogueira, situada em Arraial do Cabo - RJ, particularmente do poder disciplinar e seus mecanismos de controle do tempo, do espaço e dos corpos. Tal escola tornou-se objeto de estudo não só por ser onde estudei e onde atuo como professor de História, mas também por ter uma arquitetura sui generis, herança do modelo panóptico construído para ser a realização da utopia de um controle perfeito. Dentro desta arquitetura de poder circular onde todos os corpos têm seus espaços reservados como forma de mantê-los sob controle permanente, muitos professores, estudantes e funcionários acabam se perdendo ou mesmo se sentindo mal. Além disso, os agentes disciplinadores estão permanentemente em ação e através da vigilância hierárquica, do exame e da sanção normalizadora os corpos vão sendo desenvolvidos ao máximo em seu potencial produtivo ao passo que vão sendo reduzidos em seu potencial de rebeldia. A escola fabrica sujeitos através de intensos e permanentes processos de sujeição. Michel de Certeau é de grande valia para a compreensão das muitas formas astuciosas que são inventadas cotidianamente pelos membros da comunidade escolar que não são meros consumidores passivos, mas transformam nas práticas cotidianas aquele espaço, inventando novas relações, intensificando a vida. Ao buscarem realizar experiências de liberdade que tornam a vida obra de arte e reforçarem os laços de amizade horizontalizada alguns usuários da escola acabam por desenvolverem uma estética da existência, fruto de um trabalho coletivo e não hierarquizado de uns com/nos outros. Mesmo dentro de instituições disciplinares planejadas para serem perfeitas em seu funcionamento é possível criar “zonas autônomas temporárias”, verdadeiras “heterotopias” onde experiências reais de liberdade podem ser vividas. Este trabalho relata toda essa realidade, e aponta o teatro libertário e experimental como alargador das brechas no poder disciplinar e potencializador de processos singulares de subjetivação.

Palavras-chave: Educação; Poder Disciplinar; Astúcias e Táticas Cotidianas.

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Título: Variabilidade Interanual da Ressurgência de Cabo Frio - Rj

Autor: Leandro Machado Calil Elias.

Ano: 2009.

Resumo: Este estudo apresenta uma contribuição ao entendimento da variabilidade interanual presente na ressurgência de Cabo Frio – RJ. Buscou-se identificar os principais modos de variabilidade existentes no fenômeno e suas formas de manifestação. Os dados utilizados representam uma das poucas evidências observacionais diretas de variabilidade climática no oceano Atlântico Sul. Os resultados evidenciaram a existência de variabilidade interanual, presente em 3 principais modos: variações na temperatura média dos períodos de ressurgência, efetiva interrupção do processo no período de não ocorrência e diferenças nos meses de inicio e fim dos períodos de ocorrência e não ocorrência. As temperaturas médias das épocas de ressurgência indicam 3 períodos mais quentes e 4 mais frios. Entre 1972-1974; 1980-1982; e 1989-1990 o processo de ressurgência foi menos expressivo, apresentando temperaturas médias mais altas. Por outro lado, em 1971, entre 1975-1978; 1983-1984 e em 1991, a ressurgência apareceu de forma bem mais pronunciada, com médias mais frias. A avaliação da temperatura frente às forçantes atmosféricas em escala local e em maior escala, esta através da ação do rotacional das tensões cisalhantes do vento na região ao largo, mostrou uma resposta mais efetiva à persistência do vento, principalmente quando se trata do vento em maior escala. Entretanto, as forçantes avaliadas não foram capazes de justificar toda a variabilidade interanual apresentada pela ressurgência de Cabo Frio - RJ, o que sugere a possível influência de outras forçantes no fenômeno.

Palavras-chave: variabilidade interanual; ressurgência; Cabo Frio.

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Vídeos

 

Título: A Álcalis e a Vila Industrial Amores Eternizados.

Autor: juliofonfon.

Ano: 2015.

Resumo: O vídeo mostra a vida dos trabalhadores da Álcalis e a vila industrial.

Link: https://youtu.be/HwpL3oHJ63c?si=bEl0ynxenKXgH6rZ

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Título: Álcalis hoje em dia.

Autor: Ernesto Galiotto.

Ano: 2017.

Resumo: O vídeo mostra a situação das ruínas da Álcalis em Arraial do Cabo.

Link: https://youtu.be/CbFz87AFjvc?si=fq33s9PuJqG5eybk

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Título: Arraial do Cabo-RJ - Álcalis.

Autor: Ernesto Galiotto.

Ano: 2016.

Resumo: Voo sobre Arraial do Cabo, em 27 de fevereiro de 2016.

Do alto vimos a cidade, a Companhia Álcalis, totalmente abandonada, sucateada e poluída. E também o canal, antes navegável... Hoje, esgoto à céu aberto.

Link: https://youtu.be/5YaO8SLUcY0?si=lIKYA1eC_Q35t-Yt

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Título: Cia. Nacional de Alcalis (1971).

Autor: Achilles Pagalidis.

Ano: 2013.

Resumo: Nos idos dos anos 70, se nós perguntássemos à sociedade cabo-friense daquela época onde se encontrava a maior arrecadação do município a resposta era imediata: Álcalis. Quantos empregados? De 1.800 a 2.000, era a resposta. O salário é bom? Claro, é do nível dos funcionários da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. E isso era notado pelo comportamento e crédito que existia nas famílias desses funcionários. As madames, aonde chegassem para fazer comprar, tinham um privilegio no atendimento e diziam com orgulho: o meu marido trabalha na Álcalis. Para quem não conheceu a Companhia Nacional Álcalis, esta foi a primeira empresa a ser privatizada no Brasil, em 1992.

Link: https://youtu.be/RSY-g5KRvH4?si=Y9TFGF5RwrQiOb4s

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Título: Ruínas da antiga fabrica da Álcalis (Companhia Nacional de Álcalis) Arraial do Cabo, RJ.

Autor: Ronaldo de Oliveira Oficial.

Ano: 2017.

Resumo: Apresentamos a vocês a Álcalis, a maior empresa da Região dos Lagos abandonada. Conheça um pouco de sua história e veja como ela está em pleno 2017...

Link: https://youtu.be/L2MnOFSjLIc?si=fPj0Z3bzoRVVfV1a

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